Deixe estar os ouvidos da morte
donde os ruídos fazem peste,
carnes mortas viram luzes,
cantam belos, vivem bábaros
Dentre vidas mundanas imundas
batem águas, ventos e reviram
caldas de caramelos.
Premiado no Concurso "Helena Kology" - 1994
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January 06, 2009
Ser Inanimado
Os ombros caem sobre o corpo frio
enquanto jorra-se sangue pela janela,
cabisbaixo, o ser pensa
no seu leito, contraído
os lençóis se embaraçam em seu peito frio
Luzes da noite sobrevoam os prédios
enquanto somente o olhar
acompanha a vida, desiludida.
Premiado no Concurso "Helena Kology" - 1994
enquanto jorra-se sangue pela janela,
cabisbaixo, o ser pensa
no seu leito, contraído
os lençóis se embaraçam em seu peito frio
Luzes da noite sobrevoam os prédios
enquanto somente o olhar
acompanha a vida, desiludida.
Premiado no Concurso "Helena Kology" - 1994
O Homem
Entre o solo quente
e as batatas que crescem
os pés pisam, talham, retorcem
o corpo imaculado e nu
relfete as luzes dos animais
o dia acordou e a dormimr
os pés andam..
A terra palpita,
deixando afundar a criatura existente,
sugando os pés, as luzes e as batatas
Premiado no Concurso "Helena Kology" - 1994
e as batatas que crescem
os pés pisam, talham, retorcem
o corpo imaculado e nu
relfete as luzes dos animais
o dia acordou e a dormimr
os pés andam..
A terra palpita,
deixando afundar a criatura existente,
sugando os pés, as luzes e as batatas
Premiado no Concurso "Helena Kology" - 1994
January 05, 2009
ColoríFico
A travessia desperta curiosidade
As questões nunca se resolvem..
Mudam de face,
Se embrenham em turbilhão de idéias
Transforma-se!!
Se tornam sublimes..
E somente sob o véu da serenidade
Caem em si e regozijam-se..
As questões nunca se resolvem..
Mudam de face,
Se embrenham em turbilhão de idéias
Transforma-se!!
Se tornam sublimes..
E somente sob o véu da serenidade
Caem em si e regozijam-se..
Quem somos
Se alguém explicar a simplicidade e a grandeza da vida e do amor; e puder olhar-me e aos outros e extrair a verdadeira essência que nos compõem; nem precisaríamos nos descrever e em muitos nos ludibriar. Se pudéssemos olhar, pelo menos uma vez, através dos olhos de Deus. Seríamos transparentes uns aos outros, talvez não seríamos mais nós mesmos, talvez seriamos Um.
fev/2007
fev/2007
Escrivinhações
Entre as linhas,
fujo da real condição da vida,
e assim amorteço minha alma.
jun/2006
fujo da real condição da vida,
e assim amorteço minha alma.
jun/2006
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